O SOL AMARELO, EXPERIÊNCIAS DE GRAFITISMO NA PRISÃO


"A obscura cena do corredor de um presídio.
Emana daí uma representação oprimida da degradação e corrupção humana. O ambiente infestado da nefasta brutalidade. Paredes sujas e marcadas pela fuligem de uma rebelião histórica. Paredes que grafam em si as memórias do cárcere calabouço, o fundo do poço."


Robson Costa é o chefe de segurança da Penitenciaria Estadual do Paraná, um dos presídios mais violentos do brasil. Ele é quem nos atualiza a cena inicial. Porém, esta cena, cotidiana para muitos agentes penitenciários, técnicos, policiais, presos e seus familiares, visivelmente reforçava a representação monstrualizada do ambiente prisional.



Por meio de uma intervenção artística essa cena começou a mudar. Robson liderou um projeto que aliava arte do grafite como transformação local e pessoal. Inicialmente, o projeto contou com a inspiração da galera do projeto 180 graus – Congrega Church*, que levou para dentro do presídio alguns “grafiteiros” e jovens com seus skates. Eles propuseram uma vivência com atividades de grafite e arte nas paredes do pátio da PCE. 



O grupo deixou uma mensagem de esperança nas paredes do ambiente prisional. Uma esperança na forma de um sol amarelo que invade todo o ambiente com sua luz. A partir daí, foram selecionados presos que demonstravam afinidade com a arte do grafitismo. 


O resultado foi surpreendente. Essa semente se disseminou pelos corredores e a arte agora envolve e alivia o pesado caminho entre a entrada e a saída da penitenciária. Este corredor imerso em arte foi totalmente pintado pelos próprios presos.



O corredor antes marcado pela histórica mancha, recebeu uma intervenção que o transformou em uma cena de catedral. O grafite tem essa força, de atuar no contexto social e se coloca como uma possibilidade de expressar uma dimensão crítica sobre o mundo e sobre a condição de si. 



O grafite mostra, por meio de um discurso, as várias dimensões dos sujeitos, suas ideologias, suas aflições e esperanças. Emanam daí uma polifonia de imagens que se expandem em uma cena resignificada.



O corredor começa sua cena com tímidas imagens da infância, seus heróis borrados e marcados por um traçado trêmulo. Aos poucos a seiva da arte ganha notoriedade quando passa a expressar a dimensão crítica do mundo mesclado pela penitência e esperança. Cena que invade as paredes e o teto do imenso corredor.


A escuridão e a luz. A treva vencida pelo iluminado sol da justiça. O dentro e fora. Quem fica e quem vai. A luz no fundo do poço que resgada a alma purgada e atormentada no limbo da solidão. 



Tudo isso mesclado em uma tela que manifesta um discurso coletivo de sujeitos que narram sua história do pelo ponto de vista dos que foram vencidos pela delinquência e que buscam uma significação de si próprios, de suas identidades e da necessidade de dar sentido a experiência vivida.



A cena nos conta que o fundo do poço pode ser vencido. Não é o fim. Pode bem significar um recomeço, como a cena da fênix que renasce das cinzas. Que quem anuncia isso, na boca do poço, são miríades de anjos com a eloquência de suas trombetas. 



Clamam para que, no fundo do poço se olhe para o alto e veja que as mão divinas estão estendidas para o resgate. São as mãos de Deus que atuam por meio de diversas mãos, como as de Robson por exemplo.


Juvanira Mendes, assistente social do presídio, reforça que, para os presos que participaram da vivência educativa, a atividade representa uma oportunidade lúdica para produzir conhecimento e se relacionar com pessoas diferentes do seu cotidiano carcerário. Esse convívio é profundamente educativo e inspirador. 


O reflexo disso pode ser constato na forma de expressão artística, em formas e cores, que falam de vida, de esperança, de personagens da infância, representações religiosas, da família e do próprio desafio da vida.



Texto e Fotos: Julio Cesar Ponciano** e Mike Rodrigo Vieira***





Julio e Mike, coordenadores (e participantes) do projeto 180 Graus-Congrega Church, de Grafitismo na Prisão, saboreando "blindadas" no intervalo das intervenções no Presídio Central Estadual em Piraquara, Paraná.









*Para saber mais sobre a Congrega Church e seus projetos sociais:
https://www.facebook.com/congregachurch/?fref=ts
https://www.facebook.com/groups/1621525594789261/


**Julio Cesar Ponciano é antropólogo e sócio ambientalista Mestre em Antropologia Social e Especialista em Economia e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Paraná.

***Mike Rodrigo Vieira é Jornalista e Músico. Atua com jovens e questões ligadas a comunidades vulnerabilizadas socialmente.


                                                                 ***


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A VISIBILIDADE DOS INVISÍVEIS: A PRESENÇA NEGRA EM CURITIBA




Nesta edição, trazemos a interessante proposta do prof. Rodrigo Vasconcelos Machado da Universidade Federal do Paraná, que ofereceu neste ano uma matéria optativa para o curso de Design, chamada Afro-FotoBiografias. Ao final do curso os estudantes apresentaram os resultados de suas pequisas que consistiram na realização de entrevistas e fotos de um tema,  em uma exposição na Sala de Arte e Design. Com a palavra o professor Rodrigo:

"A Lei 10.639/03, alterada pela Lei 11.645/08, torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas, públicas e particulares, do ensino fundamental até o ensino médio. Além disso, com a Lei 10.639/03, também foi instituído o dia Nacional da Consciência Negra (20 de novembro), em homenagem ao dia da morte do líder quilombola negro Zumbi dos Palmares.

Tendo em vista as implicações das leis aprovadas antes e para o combate permanente ao racismo, cabe propor a reflexão crítica permanente sobre a presença dos afrodescendentes em Curitiba e suscitar no presente momento o seu debate.


"Trans-Luzir" de Júlia Mello.

Uma possibilidade válida é trabalhar com a representação imagética a partir de histórias que ficam fora do circuito oficial, isto é, relatos de pessoas que ficam restritos aos seus locais de enunciação, bem como imagens que revelam a sua alteridade e instauram a sua presença na sociedade.

A partir desse ponto, podemos aproximar as construções imagéticas como um elemento essencial na elaboração das biografias, pois a fotografia também tem o seu componente de ficção que começa no real e pode ir muito além dele.


"Por trás da maquiagem para mulheres negras", de Amanda Kanasiro.

Tanto que os instantâneos também têm o seu grau de artificialidade gerado pelas exigências do aparato fotográfico. Além disso, a finalidade do uso da fotografia também descortinaria suas possíveis implicações na composição de arquivos.

Os arquivos elaborados na disciplina afro-fotobiografias buscam sugerir novas possibilidades de representação dos afrodescendentes e tornar públicas as suas histórias e imagens. Cabe ao público vedor julgar por si mesmo e re-elaborar no seu imaginário outra visão do negro na sociedade".




"Meu nome é Nina/meu nome é Catarina" de Thati Ferreira.

Os temas da exposição foram muito bem elaborados pelos estudantes, que iam de maquiagem para mulheres negras, passando pela biografia da única bailarina negra do Ballet Teatro Guaíra, a um personagem transgênero, também negro, entre outros. A seguir, destacamos um dos projetos que fez parte da exposição, "Le Fond" realizada pelo estudante Teddy Tchogninou, e a descrição feita por ele mesmo, de como idealizou e realizou seu projeto.

Introdução:

Este projeto teve como objetivo trazer um olhar obviamente pessoal sobre o negro Curitibano, ressaltar e apoiar uma imagem melhor para este, exaltando sua visibilidade por meio da fotografia para uma conceituação diferente a respeito da comunidade afro de Curitiba.

Entretanto busquei nesse trabalho, apontar a questão de divisão não equivocada de espaço entre indivíduos-negros e não-negros, abordando a desconstrução da ideologia de supremacia e do pensamento meritocrático. Assim, trazer para o olhar do observador um novo pensamento pacifista, crítico e orientado para a resolução de problemas de alteridade, tais como o preconceito, racismo, machismo, fascismo, etc.

Métodos e Procedimentos

Penso que para alcançar um máximo de observação, o método mais adequado para um bom controle e uma boa divulgação da mensagem é a exposição. Esta não se resume a exposição de um conjunto de imagens para alimentar os olhos, ela serve também como um elemento crítico, gerador de polêmicas, de desmistificação de ideologias, que retrata a minha opinião a respeito de um objeto de pesquisa. A ideia principal foi dividir a exposição em duas partes:


Yohanne, "Le Fond"

Parte 1:
A primeira parte  consistiu na disposição sobre um suporte do conjunto de fotos de pessoas negras “que eu considero negras do meu ponto de vista” que foram fotografadas de costas todos em um mesmo ângulo. Essas fotos tinham um espaço na parte de baixo, como referência a uma foto “Polaroid”, com a finalidade de que os observadores da exposição, pudessem escrever seus sentimentos e pensamentos a respeito de uma foto individual ou do conjunto de fotos, sobre um papel “post it” e posteriormente colassem nas fotos. Ou ainda que escrevessem uma profissão que eles imaginavam que essa pessoa ocupava, ou ainda que escrevessem o grau de escolaridade dessas pessoas.


Débora, "Le Fond"


Parte2:
Na segunda parte da exposição os observadores passaram a um outro setor da sala, para tomar contato com as mesmas fotos que eles viram de costas, agora com o intuito de descobrir os verdadeiros rostos das pessoas que foram marcados por eles no início. Ao chegar nessa segunda etapa, foi gravado um pequeno vídeo de 1 minuto e 30 segundos, com o consentimento do observador para recolher a sua opinião sobre que tipo de interferência as duas fases da exposição fizeram em sua forma de pensar.


Alan, "Le Fond"

Como parte do projeto, foi feito um “Making of” do processo de desenvolvimento do mesmo. Também foi oportunizada a liberdade aos participantes das fotos, para que eles pudessem experimentar e fossem retratados segundo seus ângulos de visão fotográfica. Por fim foi intentado, guardadas as devidas proporções, explorar globalmente os ângulos de “Empoderamento” da fotografia ao longo do processo para o desenvolvimento desse trabalho que considero inédito.


Isabel, "Le Fond"


Resultados e/ou produtos esperados

Em função de que a exposição foi composta de duas partes, ela tinha obviamente dois objetivos principais, em primeiro lugar considerando-as “Figura e Fundo”, uma relação assim considerada: A primeira parte representa a “figura”, um elemento com qual temos contato diariamente, e esse elemento é a imagem do negro estereotipado, criado por indivíduos não negros, ou por cada pessoa por meio de suas referências básicas.


Esse elemento é a imagem construída “pelo outro” e a única coisa com que as pessoas têm contato a respeito de alguém é o julgamento que se atribui a uma pessoa, em particular negra, desconhecendo sua história, suas dores e sofrimentos, ou sua situação social, psicológica e moral. Entretanto essa fase teve como objetivo fazer com que os observadores utilizassem sua função cognitiva a fim de que começassem a pensar e observar melhor antes de marcar as fotos, ou seja, de fazer seus julgamentos.


Sérgio, "Le Fond"

A segunda parte que intitulei como “fundo” se resume ao conteúdo, ao conjunto de informações verdadeiras a respeito de pessoas específicas, nesse caso negras. Portanto, o “fundo” pode ser considerado o interior das pessoas e o peso que elas carregam dentro de si ou seja, sua verdadeira profissão etc. que não tem nenhuma relação com o que foi julgado pelo observador na primeira parte da exposição. Esta fase teve como objetivo fazer com que as pessoas tomassem consciência de algo que não percebiam anteriormente, de pensar o quanto elas já criaram estereótipos a respeito de pessoas negras, e servindo de alerta para julgamentos futuros.

O impacto esperado por essa exposição foi o de direcionar os observadores a uma autocrítica, para que estes pudessem se engajar em um processo de questionamento interior e exterior a si mesmos e influenciar outras pessoas a respeito de que os estereótipos podem significar um “falso julgamento”.


Fernanda, "Le Fond"

O objetivo intentado foi o de que, depois de passar por essas duas fases da exposição o observador termine por ser de alguma forma influenciado por esse processo, levando-o a mudar sua forma de pensar ao tomar contato com um olhar novo e diferenciado, independentemente de seu posicionamento anterior a respeito dos fatos observados. Assim, esse projeto buscou inserir-se nas ações sociais do 'olhar' e do 'ver', desmistificando estereótipos e conceitos pré-estabelecidos.





Teddy Tchogninou como é conhecido, é estudante do convênio PEC-G Brasil/Benin. Nascido em Cotonou, a maior cidade do pequeno país da África chamado Benin, entrou cedo na escola de artes e música alemã de seu país e começou a envolver-se em projetos de arte e de design. Ao terminar o ensino médio entrou no curso de Geografia na Universidade pública de Abomey-Calavi no Benin, e depois de um tempo preparou suas malas e começou a viajar, deixando o curso. Na busca do lugar perfeito para poder relacionar os estudos com o contexto de um país, seu destino final acabou sendo o Brasil. Por meio de um convênio foi mandado ao Paraná, onde inicialmente cursou seu primeiro ano de Design na cidade de Londrina, e atualmente dá continuidade ao mesmo curso em Curitiba na UFPR, Universidade Federal do Paraná.

Para conhecer a versão virtual da Exposição "Le Fond", e o making of:

https://www.youtube.com/watch?v=Nm21mLpzK9E



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ZUM VERSCHENKEN


      Existe um comercial de cerveja com o jargão "Berlim, você é tão maravilhosa!", o prefeito mais pop da cidade, Klaus Wowereit, disse uma vez: "Berlim é pobre, mas é sexy". Marlene Dietrich cantava:

 "Andar pela rua Madeleine em Paris é magnífico. Passear por Roma em maio, ou a quietude de uma noite de verão acompanhada de um vinho em Viena é lindo, mas eu ainda "sou mais" Berlim, mesmo que vocês riam. Eu ainda tenho uma mala em Berlim" (Ich hab' noch einen Koffer in Berlin).

      Berlim hoje, assim como no início do século 20, é uma das cidades mais "atraentes" do mundo. Apesar de tudo, não voltou a ser tão avangard com era nos anos 20/30 e pelo jeito, a tendência é se transformar lentamente em mais uma cidade "tipicamente alemã", o que mais ou menos quer dizer: "toda arrumadinha e organizada".

      Mas ainda há resistências e uma delas é o seu lado alternativo e pobre. Eu espero, de todo coração, que Berlim nunca deixe de ser pobre - é a cidade mais violenta, mais problemática, mais "difícil" do país - e talvez por isso, a mais libertária, a mais tolerante, a mais bonita até em sua feiura. Por que não?! Berlim é sexy!

Hoje na rua só tinha lixo! Uma imagem que não é para turistas

      Talvez o visitante brasileiro esteja a procura da boniteza, da riqueza, de tudo "arrumadinho e no seu lugar", mas muitas pessoas vêm morar aqui justamente para fugir deste "modelo urbano alemão". Muitos estrangeiros estão felizes por estarem aqui, onde o ter tudo sob controle - uma das grandes características da cultura alemã - nem sempre dá certo.

      Veja o exemplo da minha rua, e das ruas do meu quarteirão. Uma das minhas vivências desta cidade é o costume de deixar coisas que não se quer mais nas ruas, pra ver se alguém ainda aproveita. Este costume existe em toda a Alemanha é o Sperrmüll. Há alguns anos ainda se achava móveis e objetos bons, que montavam as casas dos estudantes. Nas cidades organizadas existe o dia certo e o local certo para fazer isso. Em Berlim não, fica na rua, o que sobra, depois de algumas semanas, vira lixo e desaparece, graças a ação da BSR.

Cadeiras de escritório, colchões, geladeiras e sofás, viram lixo na calçada.

     Por conta desta desculpa de "alguém aproveita" o povo abusa. É comum se ver geladeiras, colchões velhos, lixo eletrônico de toda sorte abandonados nas calçadas. Tudo feito na calada da noite, porque se forem pegos, tem multa!

      Mas fora os tais abusos, existe sim a cultura do vamos utilizar o que ainda está bom, bem representada nos mercados de pulga. Eu mesma tenho pratos e xícaras antigas, copos e talheres e até um ferro elétrico dos anos 70, lindo!, que foram deixados na calçada. Na calçada a gente encontra livros, cds, roupas, sapatos, cadeiras, cadeiras de escritório, cartões postais antigos, armários, estantes, mesas, mesinhas de cabeceira, roupas, brinquedos...

Caixas de papelão cheia de tesouros ou quinquilharias...
      Aí sempre me pergunto e sempre esqueço de ir atrás da resposta: O que as pessoas fazem com as coisas que não querem mais, no Brasil? O leitor pensaria em parar para revirar uma caixa na rua, cheia de coisas, com um papel colado: "Zum verschenken" (para "dar"), procuraria algo que ele ainda possa utilizar???




















Ana Valéria Celestino, mora em Berlim há quase duas décadas, tempo que vem observando as mudanças da cidade. Estudou História em São Paulo e em Berlim, hoje trabalha como tradutora.












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I Sarau Literário e das Artes na E. E. Prof. Nelson Pizzotti Mendes




Assim como o escritor e jornalista Zuenir Ventura, algumas pessoas dizem que 2016 é o ano que nunca termina. Porém diferente dele, prefiro me posicionar. Sou contra a PEC dos tetos dos gastos que vai para o segundo turno no Senado - com a maioria da bancada favorável a ela...entre outras medidas do governo que afetam, sobretudo, a vida de quem mais precisa de apoio. 




Embora tamanho retrocesso, a gente segue na vida, em luta para nutrir a esperança de que ainda hão de vir dias melhores... apesar dos pesares, resistimos. 

Ao menos o ano letivo terminou para estudantes Ensino Médio na Escola Professor Nelson Pizzotti Mendes. No quarto bimestre, o núcleo de gênero, sexualidade e prevenção de Santo André compareceu na escola e fez um cine-bate-papo com cerca de 70 estudantes do 1º Ano do Ensino Médio. 






A maioria deles me deram um retorno muito positivo deste encontro, pois como trabalho bimestral pedi para que fosse anotado todos seus aprendizados e, no geral, foi apontado além de questões relacionada ao respeito ao próximo, independente da orientações sexual, tamanho e cor, também foi apontado o aprendizado de doenças sexualmente transmissíveis.


 


Organizamos um Sarau junto com a turma dos 2ºs e 3ºs Anos do Ensino Médio, o tema era Imigração, Refugiados e Humanização. 








A grande maioria contribuiu na elaboração de cartazes para exposição, e algumas pessoas subiram no palco, venceram a timidez e recitaram poesia, projetaram vídeos e depois debateram o assunto, cantaram músicas e ainda conseguimos arrecadar uma verba da equipe de funcionários para fazer um caldo verde. 







E, por fim, os seminários/exposição da turma do 2º ano com o tema: Coisificação e temas do 3º ano: ditadura, não cidadania e ativistas: Martin Luther King, Gandhi, Nelson Mandela e Malcolm X.







A professora coordenadora Mariana Vieira preparou um singelo vídeo com o material documentado deste bimestre:



Se acabar este ano, no próximo tem mais novidades de projetos desenvolvidos em escolas...







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